quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Solidão


    Silêncio, silêncio e eu só escutava o barulhinho Tic-tac... Tic-tac... Tic-tac. Irritante, contínuo, afetava diretamente os meus tímpanos delicados. 
    Uma das mãos pequeninas com as unhas grandes, batiam sutilmente na mesa de mármore daquela colossal sala de jantar. Á meia luz tudo era tão mais claro naqueles pensamentos que antes pareciam absurdos, os olhos na cor azul fixaram na parede *texturada* em tom verde bebê. 
    A cabeça rodando ordenou-me para pegar a taça de vinho tinto suave e manchar aquilo tudo, e assim o fiz. O vinho escorreu pela parede, misturando-se a textura enquanto os cacos de vidro da taça se estilhaçavam em câmera lenta na minha frente e de repente caíram-se ao chão, tão frágeis.     Sentei-me novamente com o corpo pesado, levando a mão direita até o rosto, acabei apoiando a cabeça nela e fiquei sem palavras, as emoções já não estavam mais em seus devidos lugares. Num ato inusitado bati a cabeça na mesa, descontando a raiva, obsessão, indiferença naquele instante, e lá a deixei exposta. 
    Algo me faltava, aquele vazio me tocava fundo, precisava recuperar aquela dádiva em minha vida. Ali, estirada igual um gato sem dono, recordações vieram à tona, coisas que jamais pensei em lembrar, mas vieram, e agora me feriam como uma faca no peito. Cenas, palavras, canções e poemas. O vento entrou pelo vão da janela aberta, a cortina balançou alguns porta-retratos na mesinha de centro, e elas caíram com o sopro forte daquela noite, alguns pingos de chuva dava para escutar. 
    A garoa então deu as caras naquele anoitecer, mexeu comigo de certa forma, fiquei fissurada como ela agia tão tranquila, como se tivesse cantarolando em minha vidraça, aquele som terno e musical... Quando vi lá estava naquela garoa fina e suave, que tocava o meu corpo com os braços abertos, recebia-a plenamente para que penetrasse até mesmo na minha alma obscura e atrapalhada. Meus olhos percorreram rapidamente a altura que estava (por se morar no último andar, pode se usufruir desse luxo, apreciar o belo luar, a cidade reluzente), como era tudo minúsculo dali. 
    A garoa se firmou, mas ainda assim ora forte, ora leve, passei a senti-la como se uma pétala estivesse me tateando em busca de um lugar para se acomodar. Meu sorriso saiu livre e um suspiro abafado logo em seguida. Vi-me nua envolta de uma chuva de rosas cristalinas que queriam me purificar, entreguei-me de coração ao prazer que me proporcionei, talvez estivesse realmente precisando daquele clima angelical. Molhada, senti o vestido de seda curto colando ao corpo, estava sem sapatos e meus pés ensopados e sujos com a água que batia ao levantar o pó; Naquele momento não me preocupei com isso. Seria aquela noite de chuva, aquele banho delicioso e divino, um aviso? – Deveria de ser, haveria de ser. A garoa cessou, mas o vento forte retornou soprando aquela melodia que somente ele tinha o dom de possuir. 
    Naquela noite quis deixar a janela aberta e desfrutar do crepúsculo, da brisa que batia levemente no meu rosto, da garoa que me mostrou a liberdade, o encanto e a pureza. Pensei em mim, pensei nele... Em nós e foi quando a tristeza voltou a me atormentar. Era isso que me faltava – simplesmente ele. Meu homem, meu amor... a minha paixão e então, percebi que além da minha síndrome de possessão, havia também um lugar imenso ocupado para a solidão.

"Sem você percebi que nada sou, que não existe história sem ter uma verdade, sem lutar por um alguém que te faça sorrir, absolutamente você representa tudo pra mim. As estrelas, o céu, a areia do deserto, a água do mar, dentre outros tantos romantismo poderia citar, mas que diferença faz, se o que quero dizer é que o meu amor ultrapassa qualquer obstáculo. 
    Agora posso notar o quão a sua presença me causa melancolia, me perco neste breu sem fim. E é o brilho do seu olhar que me abre as portas para a claridade que preciso. Infelizmente você não está aqui, não agora, não pessoalmente, porém preso dentro das minhas histórias e principalmente tatuado no meu coração. A noite está caindo e o meu amor não vem. 
    Eu já sabia por tê-lo magoado como de costume. Mais o que posso eu fazer diante de um desentendimento que me causou uma vida de felicidades? Pedi desculpas, mais as minhas palavras foram ecoadas às quatros paredes, e você sempre manteve mais a calma que eu, não é mesmo? - Sempre se deu melhor na relação por manter essa plenitude de paciência. 
    Eu não me vejo sem você, é difícil eu lidar com isso, admito a quem queira me escutar e não me envergonho. Mais cadê você que não está? - Ah, claro! Você saiu e trancou a porta levando a chave consigo, deve estar num bolso qualquer da calça. E enquanto estava nervosa, abri a garrafa de vinho depois da sua partida e cuidadosa enchi uma taça de cristal ao qual degustei somente a metade, o resto vorazmente atirei contra a parede da sala. 
    Meu corpo clama pelo seu, mas dessa vez parece que você se foi para sempre, me deixando aqui sozinha. Só que tudo ocorreu de maneira distante, desta vez não vou correr mais atrás, está na hora desse homem expor os sentimentos para fora, falar alto o que sente, deixar fluir naturalmente o amor que há de ter aí no fundo dessa figura amargurada e que me tanto fere tantas vezes.
    Se ainda me ama faça valer a pena, me encante, me ame, faça-me ser somente sua mulher. Não sei mais como agradá-lo, não sei mais qual o começo e qual é o fim, não sei de mais nada. 
    A única certeza que tenho é que eu te amo e te quero pra sempre aqui do meu lado. 
    Corre! A chuva apertou... E eu estou com frio agora, irei me enrolar no edredom e dormir no nosso sofá hoje.
    O vento soa bem quando estamos mais relaxados e as cores estão voltando, amanhã é outro dia e eu sei que você vai sentir a minha falta também. Só falta você agora...... Você vem?"
                                                         - Diga que vem.
Não espere eu ir embora para que possa sentir a minha falta. [...] 
Adormeceu...
(Autoria - Cíntia Vieira. /Personagens fictícios)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Um despertar!



História relacionada à mitologia grega, Macária filha do Deus do Submundo - Hades. Embora não haja nenhuma menção da mesma, esta Deusa fora gerada entre o casal Hades e Perséfone. Conhecida como Deusa da Boa Morte!
▪▪▪▪▪▪▪▪▪▪

    Distante dos olhares de meu pai – o deus Hades. Atrevi-me e sentei sob o trono ao qual seria meu por direito. Naquele entardecer, onde o crepúsculo já se colocava, meu olhar foi levado para as vidraças desenhadas em volta do castelo sombrio. Perguntas e mais perguntas vinham á tona em minha mente perturbada, todavia deixava-as passar despercebidas diante daquele tempo tão fascinante. Por um momento fechei os olhos...

    "Que lugar lindo! As flores parecem ter mais vida, brilhantes e tão perfumadas. 
    E este céu quanta beleza, tão azul que parece algodão doce, deveria ser comestível. Que sensação de calmaria, a paz é tanta que acalenta o meu coração, quero viver e ser feliz aqui. Sem pecados ambiciosos, sem maldades, apenas amor ao próximo e sentimentos tão bonitos, sem vergonha de serem expostos. 
    Mais a frente notei que algumas flores do campo embelezavam um local cheio de pilastras, algumas caídas, talvez desgastadas, outras ainda firmes aos quais eram desenhadas como se fossem a lápis. 
    Um pouco mais de aproximação e pude notar algo escrito, bati com uma das mãos para retirar o pó que ali estava presente e então mais nitidamente – "Aqui jaz um homem apaixonado pela vida, foi eterno enquanto durou". - Levei a mão esquerda até o queixo, inclinando a cabeça, certa curiosidade passou a brincar com os meus pensamentos, quem seria aquele homem ao qual viveu daquela maneira tão intensa, por que e como ele veio a falecer, sua morte foi trágica ou normal? Bem, isso não importava. 
    Aquele lugar existia, e eu podia comprovar que ele há de existir, estava nele naquele exato momento, vivenciando os prazeres carnais de liberdade e principalmente respirar em paz; Podia sentir a brisa da tarde bater em meu rosto alvo e tão cheio de vida, me senti completa e viva. 
    As minhas emoções se embaralhavam, porém estava tão radiante diante daquele acontecimento, como dar um nome, ou melhor, como explicar aquele acontecimento tão inusitado. Em instantes estava ali, foi tudo uma questão de segundos e eu não sei como pude aparecer nessa galáxia, nesse mundo, nesse lugar mágico. 
    Já estava decidido, era lá que eu iria para sempre ficar. Andei... andei e não mais aguentei, joguei-me no jardim de rosas vermelhas, as pétalas caídas ao chão me fizeram levitar de tanta maciez e romantismo, lá não havia feiura e escuridão, claridade e magia eram as suas características. 
    Os braços movimentaram-se espontaneamente de um lado para o outro, os cabelos longos e negros bagunçados em minha volta, os olhos esverdeados cintilantes, mais parecendo duas esmeraldas. Deliciei-me com o momento único, entregando-me de corpo e alma para aquele tapete de rosas ao qual me dominava, fazendo-me assim sentir em uma cúpula cristalina. 
    Um suspiro saiu em um tom alto e profundo, levantei-me ajeitando o vestido longo e de cor preta que me destacava a silhueta, os cabelos lisos nem foram mexidos, apenas o balancei para que algumas flores que ali estavam presas - se soltassem. Deslumbrei o céu já enfeitado com a lua crescente e as estrelas, pareciam uma aquarela de tão magnífico. Estava tão envolvida com aquele mundo fictício que acabei me perdendo nas horas, mal demorou a cair à noite. 
    E agora aonde repousaria o meu sono de deusa, não poderia deixar de descansar a minha cútis tão perfeita, prezava muito isso, eu realmente precisava se acomodar. Espreguicei-me vagarosamente, deixando para trás todo o cansaço do corpo já desnutrido, caminhei até uma gigante árvore e lá fui me ajeitando aos poucos; Ansiosa, fechei os olhos para que o dia nascesse o mais rápido possível, queria se encantar com o sol nascente - deveria ser lindo visto dali. Eu estava apaixonada por tudo aquilo. Meus olhos inquietos, meu corpo afetado pela insônia, abria os olhos e os fechava, como demorava a passar as horas. Todavia não vi mais nada...     Acabei cochilando."

- Acorde! Macária, acorde filha.
O que fazes em meus aposentos e principalmente em meu trono?

~ Assustada arregalei os orbes esmeraldinas, percorrendo o local e tentando distinguir a voz que falava tão alto, tentei se achar, ébria de sono e ao esfregar os olhos com o auxílio das mãos me sentei arrumando a postura, que desconforto enorme.


- Ah, é o senhor, papai. Eu apenas vim procurá-lo e acabei adormecendo, acho que foi somente isso.


~ Imediatamente levantei, deixando o deus do mundo inferior - curioso com as minhas reações, indo em direção ao jardim do castelo passei a pensar e falar comigo mesma. - Então foi tudo apenas um sonho... Este lugar não existe? - Ora, mais que pena! Já estava me adaptando, deixar o meu espírito falar mais alto e não ter medo de nada, principalmente de mim, que desperdício. 
    Eu encontrarei este lugar, eu hei de buscá-lo novamente... 
    Nem que seja num próximo sonho para um novo despertar!
(Autoria - Cíntia Vieira. /Personagens fictícios)


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pequenos cacos e cicatrizes


    "Onde está ela, você a viu? E para onde ela foi? - Sim! – Eu a perdi. 
Foi tudo uma questão de eu piscar os olhos e ela já não estava mais em minhas mãos.
Pequenina e frágil, azul celeste, embora alguns tons mais escuros de azul a mesclam.    Ela está sempre comigo no ombro, é a minha marca de crescimento, de maturidade.
Antes eu era como ela, vivia presa por aqueles pensamentos sem fim, e mal compreendia as pessoas, sequer o mundo. 
    Ela não pode se perder, porque senão eu também me perco. 
Desejo ser assim, como ela, poder voar e ir atrás do meu caminho, de novos conhecimentos e viver em êxtase de felicidade. 
    Ah! Sim, aí está ela.
No fim, ela sempre acaba voltando para mim, jamais me abandona e está sempre aqui - presa a mim. 
           Venha cá, minha pintura mais bela! 
Tu serás para sempre a minha inseparável e única borboleta azul."

- Homenagem à minha tatuagem. Batizada como Absolem. (Alice no País das Maravilhas )



~ Eu prometi a ele que sempre estaria à disposição; Ouviria suas lamúrias, entenderia a sua ira, confrontaria quem fosse para vê-lo sorrir, zelaria sempre pelo seu descanso e estaria sempre ao vosso lado. 
Não houve algum tipo sequer de arrependimento, tudo era preto e branco, até mesmo o sangue cinza... Desde quando? O que aconteceu, o que eu perdi, por que não compreendo essa minha perturbação? - E agora, tão vagamente, lembranças me perseguem e vós... Estais aí, caído e precisa de mim. Mas antes me responda, por que me tratou assim e foi tão sem coração? - 
"Não, não precisa me responder, agora é tarde e o meu mundo se tornou colorido."
Saint Seiya - Pandora and Hades. 
(Autoria - Cíntia Vieira. /Personagens fictícios).

"Sentada naquela gigantesca pedra, avistando toda a beleza que o universo podia me oferecer. Flores do campo me rodeavam e os respingos da cachoeira batiam de leve em minha pele clara e feliz. Levantei-me e diante de tudo que era meu naquele momento.
 Meus olhos fitaram o céu azul celeste encoberto de nuvens esbranquiçadas que mais pareciam um desenho artístico, contemplei o brilho do dia, inalei o perfume e agora... Tragam-me o horizonte."
(Autoria - Cíntia Vieira).

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Descobrindo o Amor entre Anjos


Suspirei, suspirei e isso era o começo de uma profunda respiração ou apenas o término da mesma? - Quantas perguntas sem respostas me conturbavam a mente naquele curto instante. Tudo porquê...

    Aqueles cabelos negros e longos, tão brilhosos que pareciam que eram banhados com petróleo, os olhos sedentos ambiciosos numa cor vermelho sangue que reluzia sua alma atormentada. Sua boca que parecia pintada em tons de lápis de cor - tão perfeita. 
    A princípio éramos amigos, tínhamos uma áurea pura, mas tudo mudou. Nossas confissões e sentimentos eram jogados em tardes ensolaradas e gélidas quando o mundo parecia tranquilo e abandonado. Entretanto, as discussões começaram a aparecer e se tornaram constantes entre ele e o Pai, ele não podia, não, certamente ele não podia. O Pai era o Deus Absoluto, aquele que nós cremos de maneira plena, amável, inexplicável. 
    Lúcifer, sim este era o nome do Anjo Renegado, o Anjo mais belo dentre todos, que tinha uma alma prolixa e um coração árduo. E por este motivo ele foi banido dos céus. 
    E desde então, a minha solidão começou, o meu âmago apertava o peito de uma maneira indescritível. As risadas discretas e o jeito compreensivo, o modo calmo e ao mesmo tempo tempestuoso, tudo isso me fazia falta; A amizade que plantamos em nossos corações se tornou viciante, prazerosa, incalculável e acima de tudo verdadeira. Era sufocante até se lembrar. 
    Com a queda de Lúcifer, Henoc ficou no comando por ordens do Pai Celestial e para piorar a situação, a Espada de São Miguel Arcanjo se perdeu dentre a multidão dos humanos. E adivinha dentre outros quem fora incumbida de procurar a Espada na Terra? – Sim, eu.

    Naveguei entre Anjos e Arcanjos, deslumbrei cores e flores, ventos de emoções. Avistava a lua brilhosa fazendo graça ao astro rei – sol; pude ter o prazer de admirar o pôr-do-sol, me encantei com o que escutei das profecias e parábolas daquelas criaturas tão enigmáticas que eram os humanos. 
    Quando dei por mim, já estava mais envolvida com eles do que comigo mesma. Eram seres cintilantes, e o humor oscilava assim como as fases da Lua, e eu sorria, sorria jubilosa por estar extasiada diante daqueles que me transmitiam sabedorias, ainda que confusas.
    Numa de minhas procuras incessantes pela Espada de São Miguel, meu coração disparou e meu corpo gelou. Avistei Lúcifer perambulando entre os humanos, se disfarçando, se ocultando.
Estava desesperada de saudade pelo meu amigo, mas precisei me conter, não sabia como agir diante daquele velho amigo, e a aproximação foi inevitável e num primeiro diálogo nos abraçamos, e pude perceber o quanto ele também sentia saudade. 
    E então, notei a melancolia dele comentando sobre seu caminho que foi desviado por um destino trágico e triste, nem ele sabia dizer ao certo. Aquela inquietação me confundiu me perturbou e então percebi que Lúcifer não era somente o meu melhor amigo, aquele que eu tanto acostumei com a presença na minha vida. 
Além de tudo ele, o Anjo Renegado, era também o Meu Amor!
(Autoria - Cíntia Vieira. /Personagens fictícios)



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Um breve desabafo!

    
    Eu sou apaixonada por escrever, então como tenho algumas histórias, poemas, versos e rimas (de minha autoria – claro😎) Resolvi criar este blog. 


    Há alguns aninhos' estou escrevendo um livro de romance sobre Vampiros. 
   Tenho esperanças de publicá-lo um dia. Sou romântica e adoro dar asas à imaginação. Sabe como é, né - sou sonhadora, libriana.

        Alguns contos são imensos, outros, porém, são coisas de momentos mesmo. 

    

    Tem tanta gente que eu queria agradecer e que me dá a maior força para eu nunca desistir de escrever. Eu sou divertida escrevendo, e é uma característica que eu adquiri  com o passar dos anos. Aliás, tenho um Poema que fiz para o meu Pai (in memória - #02.11.2019) registrado. 

    Algumas dessas pessoas - passaram a fazer parte da minha vida, da minha história e hoje são parte da minha família. Aprendi a valorizar aqueles que realmente me cativaram.

    

    Por isso o nome tão especial - "Pieces of Sky (Pedaços de Céu)". Penso que, nunca estamos sós. As pessoas que passam pelas nossas vidas deixam cicatrizes, sejam elas boas ou não, e temos que crescer entre os erros e acertos. Essas pessoas nos ajudam a construir o nosso caráter, nos mostrando qual caminho devemos seguir, e com isso adquirimos a FÉ por sempre seguir no caminho do bem.

     Sendo assim, aprendi a ser grata por tudo.
    
    Peço proteção para mim mesma e por aqueles que amo mesmo com a distância que há entre nós. Porque não é o tempo que apaga as verdadeiras amizades.

   OBRIGADA a cada um que está aqui, agradeço também aqueles que visitam pela curiosidade de ler e apreciam a minha escrita. 

                                   

                                     Gratidão 

(Autoria - Cíntia Vieira)