terça-feira, 22 de setembro de 2020

Às vezes, é necessário parar e refletir sobre a vida.

Descobrimos que muitas mágoas e rancores são guardados e nem percebemos. Mas é tão difícil esquecer aborrecimentos que nós mesmos nos permitimos ter, sentir. Sim, nós consentimos – e isso se chama expectativa, confiança, pois é exatamente isso que depositamos nas pessoas. E de repente, elas quebram, ferem - com palavras que entram na nossa mente e ali perpetuam por muito tempo.

Alguns dizem “perdão é essencial”, e eu concordo. Não perdoar somente aqueles que nos machucaram e até mesmo nos fizeram sangrar, mas perdoar a nós mesmos, para poder seguir a vida, para nos libertar de sentimentos negativos e culpas, porque esse é o caminho do amor próprio.

Estamos sempre evoluindo, e os fracassos, desânimos, fazem parte dessa fase.

Temos que só aprender a lidar com essas dificuldades externas e internas, mas não permitir que elas criem raízes, que ela nos torne amarga, que ela nos afunde.

Nós, o mundo, o teu próximo - precisa de amor. Estamos todos carentes de atenção, de reciprocidade, de empatia, e principalmente, de fé.

Por ora, nesta jornada de desenvolvimento, façamos nossa parte. Não permitindo que a raiva e o “dia ruim” machuque, e até mesmo, espante aqueles que realmente sem importam conosco.

Amando a nós mesmos, os maus fluídos vão se embora, e os sentimentos bons transbordam. Nem sempre é fácil pensar dessa forma, mas é sempre bom fazer uma íntima reforma.

Autoria: Cíntia Vieira 


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