Lembrando que este POEMA e os outros são registrados®
NÃO podendo haver
plágio de absolutamente nada por aqui😉
Fiz este poema em homenagem ao meu pai porque ele foi um super pai pra mim. Sempre fui muito apegada à ele. Nossos laços estão além do que posso explicar!
Desejo que ao ler
estas palavras o amor possa transbordar em seus corações e trazer paz, além dos
sentimentos mais lindos e verdadeiros que possam existir.
Brilha brilha☆ ¸.*☆*.¸ Ao meu Pai!
Sabe, eu não fui planejada, mas
todos dizem que por ele, desde o começo, sempre fui muito amada.
Nasci! Tão pequenina que cabia nas mãos.
Mamãe até hoje diz “ela nunca me deu trabalho, o dia inteiro ela adormecia
e eu até a esquecia.” Já o Papai quando tocou o meu nariz já foi
logo me chamando de sorvetinho, pois este era bem geladinho.
Fui crescendo com todo aquele amor envolvente
e o meu Pai sempre presente.
Desde muito cedo, com muita dignidade
ele me ensinava sobre compaixão, valores e bondade.
Durante a caminhada da vida tive muitos
tropeços, e por mais que os espinhos me arranhassem, ele dizia para eu
não perder a minha fé e sempre tomando uma boa xícara de café.
Mesmo com tantos “tapas” ele me
ensinava a não revidar porque tudo na vida era lição e eu tinha que
aprender a lidar.
Ele me dizia que eu nem
sempre iria sair ilesa de uma situação, e por isso algumas cicatrizes
iriam ficar em meu coração.
Na época natalina, além da harmonia e
reunião familiar, com ele os presentes iria’ comprar.
Aprendi a importância de ter uma árvore de natal, além da magia e felicidade de
escolher os enfeites, as variedades das bolas natalinas eram surpreendentes,
sem falar das luzes dos pisca-pisca que eram tão envolventes.
Domingo depois do almoço era de praxe,
pegava os patins nas mãos, e ele todo sorridente me levava até o
museu todo contente. Minha infância e o início da adolescência foi
brincando com ele nos cipós e no escorregador, e também naquele imenso jardim
que até hoje é tão importante pra mim, pois me traz à lembrança de uma
época maravilhosa, e hoje - eu digo que é uma saudade sem fim.
Então, conheci o homem da vida e o Papai
dizia “Ah, pode casar! Mas sem ela perto de mim eu não posso ficar.”
Casei! A vida ia de vento em popa. Comecei
a faculdade. Foi uma fase repleta de conhecimentos e nós dois tínhamos
muitos argumentos.
Aprendi com o meu Pai a não esperar
por ninguém e sempre que possível – caminhar. Andar era um momento para
refletir, além do bem-estar que podia causar.
Desde pequena, ia com ele no
mercado e isso passou a ser uma diversão. Aliás, teve as épocas dos fins de
semana - do lanche de pão de forma com frios; dos pasteis (ele adorava principalmente
o de carne); do suco de tangerina e da rosca de torresmo,
pois é, ele sempre colocou a família em primeiro lugar e adorava uma
bagunça mesmo.




